O bar

Foto: Renata IbisNa boêmia Cidade Baixa, na cidade de Porto Alegre, o Parangolé é uma proposta alternativa, com gastronomia própria e música ao vivo da melhor qualidade.

A carta de bebidas conta com uma seleção de cervejas e cachaças artesanais. O cardápio, por sua vez, é composto por pratos diferenciados, com opções carnívoras, vegetarianas, sem glúten e sem lactose.

O bar é o ponto de encontro de muitos músicos da cidade. A programação vai de segunda a sábado, e costuma variar em segundas, sextas e sábados. São tradicionais as rodas de choro nas terças-feiras, a música latino-americana nas quartas e a música popular brasileira nas quintas. Ao longo de 2014, consolidou-se o rock/blues nas sextas, e o jazz e a canção brasileira passaram a alternar-se nas segundas e nos sábados.

O atendimento é feito por jovens cientistas sociais, artistas e comunicólogos, sempre orientados pela experiência do Seu Cláudio, proprietário e melhor amigo dos frequentadores!

 

Por que “Parangolé”?
Porque é uma palavra bonita, sonora, que encontramos no meio da canção “A volta do malandro”, de Chico Buarque. Trata-se de uma gíria antiga, que quer dizer, entre outras coisas, “malandragem”, “lábia”, “conversa sem sentido”.
E tem também os parangolés do Hélio Oiticica, artista carioca que, na década de 1960, convidava as pessoas a participarem da obra de arte, vestindo capas coloridas. Simpatizamos com todos esses sentidos e, em nosso entendimento, eles são pra lá de pertinentes ao ambiente boêmio que cultivamos…
Enfim, nada a ver com a banda homônima, que surgiu depois do bar!